Tabela de Preços

Automóveis Validade Sócios Não Sócios
Categoria A

(Até 31 de Dezembro 1904)

10 Anos Homologação: 50.00€

Reinspecções: 30.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

Categoria B

(1905-1918)

10 Anos Homologação: 50.00€

Reinspecções: 30.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

Categoria C

(1919 – 1930)

8 Anos Homologação: 50.00€

Reinspecções: 30.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

Categoria D

(1931 – 1945)

8 Anos Homologação: 50.00€

Reinspecções: 30.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

 

Motas Validade Sócios Não Sócios
Categoria E

(1946-1960)

 

6 Anos Homologação:30.00€

Reinspecções: 25.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

Categoria F

(1961-1970)

4 Anos Homologação:30.00€

Reinspecções: 25.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

Categoria G

(Depois de 1971)

 

4 Anos Homologação:30.00€

Reinspecções: 25.00€

Homologação: 75.00€

Reinspecções: 75.00€

 

As vistorias efetuadas pela Comissão técnica do CPAA, substituem a inspeção Periódica obrigatória (IPO) a todas as viaturas com idade superior a 30 Anos, em conformidade com o Decreto-Lei N.º 144/2017.

Mudança de Proprietário: Se a alteração se processar entre dois Sócios, é necessária a reinspecção do veiculo ao custo da tabela em vigor, e a alteração de propriedade terá um custo de 25 euros.

 

Matrícula da Época: Pedido de atribuição de matrícula da Época terá um custo de 50.00 euros sendo necessária efetuar uma vistoria.

 

Faltas: As faltas nas vistorias de homologação ou reinspecção sofrerão uma sobretaxa de 20.00€, caso não seja informado o CPAA  com antecedência de 24 horas.

 

Placa de Homologação: Gratuita para Sócios na primeira homologação. Para Não Sócios, Motos ou emissão de 2ª via as placas de  homologação terão um custo de 25 euros.

 

Extravio: Em caso de extravio do certificado de automóvel antigo, poderá ser passada nova via, (com a validade da ultima inspeção), com um custo de 15 euros.

Condições necessárias para que a um veículo automóvel seja atribuído o “Certificado de Automóvel Antigo”

  1. Documentação

Só pode ser considerado um veículo antigo aquele que tiver atingido a idade permitida no código FIVA técnico em vigor, antes do 1º dia do ano em curso em que terá que estar registado em nome do sócio ou do candidato a sócio. Todas as caraterísticas e números do livrete deverão condizer com o veículo automóvel.

2. Carroçaria

Deverá estar na sua forma original sem qualquer tipo de alterações.

A pintura deverá apresentar-se em bom estado, sem pontos de corrosão e uniforme. Os vidros terão de estar em bom estado. Os acessórios cromados não podem apresentar riscos, ferrugens ou mossas.
Os automóveis transformáveis terão de apresentar a capota e respetivas estruturas em perfeitas condições. O habitáculo do motor tem de estar limpo e pintado na cor correta.

O interior da mala também deve estar pintado na cor correta e limpo. Todas as borrachas têm de estar em bom estado.

3. Chassis

Deverá apresentar se limpo e bem conservado. Os números deverão estar localizáveis e visíveis.

  1. Interiores

Os estofos e as cartelas das portas quando originais devem estar em bom estado, sem qualquer dano além do desgaste normal provocado pelo uso. Quando restaurados, deverão utilizar-se materiais idênticos sem alterar o desenho ou a forma.
O mesmo se aplica ao revestimento do pavimento, forro do teto, torpedos laterais e tablier quando forrado.
O tablier quando for do tipo forrado não pode ter “estaladelas” nem furos.

5. Instrumentos

Terão de ser os originais e em bom funcionamento. Todos os extras tais como rádios ou qualquer tipo de manómetros devem ser da época e montados sem danificar ou alterar as estruturas originais.

6. Limpa vidros

Terão de funcionar bem assim como o esguicho quando o tiver, devendo a borracha das escovas estar em perfeitas condições. A cor e o material das escovas, deverá ser igual às hastes.

  1. Espelhos

É obrigatório um espelho interior e um exterior do lado esquerdo, devendo ambos ser da época e nunca de plástico ou pintados quando eram cromados.

8. Iluminação

Todos os faróis e farolins terão de ser da época e apresentar-se em bom estado. Caso estejam montados faróis ou farolins suplementares terão de ser da época e na frente sempre em número par.
As setas são válidas pelo nosso código como indicadores de mudança de direção, mas poderá montar-se outro tipo de farolins (piscas) para esse efeito, de preferência fixos por pequenos suportes não montados na carroçaria.
Todo o sistema de iluminação terá que funcionar devidamente e com intensidade suficiente.

9. Instalação elétrica

Todos os fios e acessórios devem apresentar-se limpos e em bom estado bem como todos os órgãos terão que funcionar e nenhum deles pode ser alterado.

10. Rodados

– As jantes têm de ser as originais tal como a sua cor, admitindo-se a sua substituição por jantes raiadas quando seja opção da época.

– No caso dos automóveis com características de alguma forma desportivas poderão eventualmente montar-se jantes de liga leve desde que o desenho e o aspeto sejam os da época.

– Terão que ter os tampões e aros originais em bom estado.

– Os pneus têm de estar em bom estado e serem os quatro iguais. A sua medida deverá ser a que consta no livrete ou a correspondente medida em pneu radial.

– Não pode ser alterado o local do pneu suplente.

– Não serão admitidos pneus recauchutados.

11.Travões

O sistema de travagem deve apresentar-se em perfeitas condições de funcionamento e eficiência. As capas de borracha dos pedais devem estar em bom estado e os pedais sem folgas excessivas.

12. Direção

Não pode ter folga além da normal para o veículo em questão. O volante terá de ser o original ou extra da época. Poderão ser montados sistemas de assistência elétrica desde que impercetíveis.

13 .Suspensão

O amortecimento terá de estar correto e os amortecedores quando substituídos deverão ser do mesmo tipo dos originais. Não podem existir folgas nem desnivelamentos excessivos.

14. Motor

Terá de estar em bom estado de funcionamento, sem batimentos nem fugas de óleo, além do normal. Não deve fazer fumo.
Todos os órgãos inerentes têm de ser os originais e nada poderá alterar as suas características da época.
Deve apresentar-se limpo e na sua cor de origem.
Os números de identificação têm de estar visíveis e previamente localizados.
Todo o sistema de escape tem de estar em bom estado e sem alterações.

15. Transmissão

Deverá ser o sistema original e em bom funcionamento.

Obs: Quaisquer alterações a estes parâmetros definidos, terá de ser analisado caso a caso pelo Conselho Técnico do CPAA.

Descarregue o ficheiro pdf com ficha de inscrição e envie para porto@cpaa.pt

CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA DOS VEÍCULOS

Definição dos Veículos

Standard

Veículo de série tal como foi entregue pelo construtor. Para os grupos de conservação 2 a 4, as opções, modificações menores e os acessórios disponíveis no mercado na época, são aceitáveis.

Modificações da época

Veículos especialmente fabricados ou modificados na sua época, para um fim especifico.
Típico no seu género, consequentemente com interesse histórico específico.

Tipo X – Excepções

Veículo que foi modificado a partir do seu standard de produção, fora da época. As modificações incorporadas devem ser de acordo com as regras do §2.1 e deve recorrer-se a peças do período apropriado ou fabricadas especialmente dentro da mesma especificação (definição, materiais e utilizações).

Reproduções

Veículos construídos fora da sua época, com ou sem peças de origem, imitando um modelo da época.
Tal veículo deve ser identificado de molde a indicar claramente que se trata duma reprodução.

Grupos de Conservação dos Veículos

Classe I – Autênticos

Veículo tal como foi produzido originalmente, pouco deteriorado, em estado original, incluindo acabamentos interiores e exteriores, com excepção de pneus, velas, bateria e outros elementos perecíveis.

Classe 2 – Originais

Veículo utilizado sem nunca ser restaurado, dispondo dum historial contínuo, em estado original, embora eventualmente deteriorado.
As peças que se deterioram normalmente pelo uso podem ser substituídas por peças com a especificação da época.
A pintura, pormenores exteriores e estofos podem ter sido oportunamente refeitos.

Restaurado

Um veículo, totalmente ou parcialmente desmontado, reparado e montado de novo, com pequenas alterações relativamente às especificações de origem do construtor em caso de indisponibilidade de peças ou materiais.
As peças de origem do construtor devem ser utilizadas, sempre que disponíveis mas podem ser substituídas por outras com a mesma especificação.
Os acabamentos interiores e exteriores podem ser recentes, mas dentro do possível de acordo com as especificações da época.

Reconstruídos

Peças de um ou mais veículos dum mesmo modelo ou tipo, montadas num só veículo o mais possível de acordo com as especificações do construtor.
As peças podem ser fabricadas durante a reconstrução ou feitas fora do período (tais como carroçarias, bloco do motor, culassa ou qualquer outra peça que não contenha identificação).
Acabamentos interiores e exteriores devem ser de acordo com as especificações da época.

Classificação dos veículos por períodos

Para as manifestações realizadas no nosso país, o CPAA utiliza a classificação FIVA, que é a seguinte:

Classe A – Pioneiros – veículos construídos antes de 31 Dezembro de 1904

Classe B – Veteranos – veículos construídos entre 1 de Janeiro 1905 a 31 Dezembro 1918

Classe C – Vintage – veículos construídos entre 1 de Janeiro 1919 e 31 Dezembro 1930

Classe D – Pós-Vintage – veículos construídos entre 1 Janeiro 1931 e 31 Dezembro 1945

Classe E – Pós Guerra – veículos construídos entre 1 Janeiro 1946 e 31 Dezembro 1960

Classe F – Veículos construídos entre 1 de Janeiro 1961 e 31 Dezembro 1970

Classe G – Veículos construídos entre 1 de Janeiro 1971 e o limite estabelecido pela FIVA
(mais de 30 anos)

Presidente –  José Carlos  Barquinha
Vice Presidente – Fernando Paulino

Comissários:

Jorge Lima Guedes

Nuno Gama Rocha

Ricardo Seara Cardoso

Jose Carlos André

Antonio Smith

Victor Albuquerque

Fernando Guilherme

Adriano Pontes (Açores)

 

Email: conselhotecnico@cpaa.pt