Classificação como Clássico

 

Segundo a FIVA (Fédération Internationale de Véhicules Anciens), é considerado como veículo histórico todo aquele que tem mais de 30 anos e se encontra preservado na sua originalidade. Em Portugal, o Clube Português de Automóveis Antigos (CPAA), Autoridade Nacional FIVA (ANF) aplica os mesmo critérios. mas não é assim em todos os países.
Na sua definição completa, a FIVA diz que “é considerado histórico um veículo rodoviário de propulsão mecânica, fabricado há pelo menos 30 anos, preservado e mantido em estado historicamente correcto, que não é utilizado como meio de transporte diário e que faz parte do nosso património técnico e cultural”.
Tendo evoluído ao longo dos tempos, o número de anos que se entendem ser necessários para que um veículo ganhe o estatuto de histórico, parece agora estabilizada a “meta” dos 30 anos.
Há, no entanto, menos consenso quando se entra na parte da utilização diária que se dá ao veículos.
Em grande parte por isso, em alguns países automóveis com mais de 30 anos… não são considerados Clássicos.
Assim acontece, por exemplo, em Itália, onde o ACI (Automobile Club d’Itália) elaborou uma lista de 340 modelos, de onde excluiu utilitários como o Fiat 600 ou o Renault 5 (só são considerados os Alpine, os Cabrio e os Turbo).
Também do outro lado do Atlântico, o Classic Car Club of America, tem uma lista dos automóveis que qualifica como Clássicos, com critérios que não se entendem claramente.
O critério da FIVA (e do CPAA) parecem ser o mais justo e adequado.