Liège-Brescia-Liègie

 

Teve lugar, de 11 a 22 de Julho mais um evento do Calendário da FIVA. Um evento diferente: o rali Liège-Brecia-Liègie, reservado, como na sua origem, a micro-carros.

Originalmente, em 1958, a grande maratona apenas admitia automóveis movidos por motores até 500cc. A primeira edição foi disputada como “non-stop”, a única forma dos micro-carros cumprirem as médias que lhes eram pedidas ao longo dos 3202 quilómetros percorridos.

Hoje é necessário fazer algumas adaptações e sendo a principal classificação reservada a veículos idênticos aos que correram há 50 anos – os Berkeley, Messerschmitt, Isetta, Heinkel, Zundapp, Goggomobil e também os Fiat 500 e os Citroën 2CV originais, só para citar alguns –, tem uma classificação paralela, aberta a veículos de (um pouco) maior cilindrada: BMW 700, Fiat 600, NSU Prinz, entre outros.

Agora com 11 dias para efectuar todo o percurso, o Liège-Brescia-Liègie atravessou cinco países: Bélgica, Alemanha, Áustria, Itália e Eslovénia.

Dominadores da prova foram os FMR TG500, vulgarmente denominados Messerschmitt, que ocuparam a primeira e segunda posições dos “Autênticos”, enquanto que entre os da categoria “Spirit” o vencedor foi um Fiat 500-650.