À descoberta da Arrábida

Conforme programado, no passado dia 17 de Fevereiro teve lugar o Passeio “À Descoberta da Arrábida”. Rumaram à Península de Setúbal 29 magníficos automóveis, que encheram de cor e “glamour” a paisagem por onde passaram.

Após um furo e um motor constipado, todos chegámos ao primeiro destino previsto com bastante expectativa: Moinho de Maré da Mourisca.

Situado em plena Reserva Natural do Estuário do Sado, o Moinho de Maré da Mourisca, exemplo de arquitetura tradicional, possivelmente presente desde o século XVII, localiza-se na Herdade da Mourisca, numa zona de sapal, salinas e montado, rodeado de terrenos antigamente usados para o cultivo de arroz. Renovado em 2011, o Moinho de Maré da Mourisca é um dos poucos existentes em Portugal. Datado de 1601, teve várias utilizações e funções, até chegar a um estado de abandono. Foi comprado e recuperado pela Reserva Natural do Estuário do Sado em 1995.

Hoje é um local bastante aprazível, onde se pode tomar um café e desfrutar da paisagem deslumbrante que o estuário do Sado proporciona.

Antes de partirmos para o almoço houve quem não resistisse a tomar um Moscatel, para ganhar ânimo para o almoço. Após este momento de cultura, a caravana rumou para o restaurante onde, como não poderia deixar de ser, pôde apreciar o típico choco frito da região e peixe na grelha.

O melhor estava para vir! A conversa estava boa, mas a marcação da visita ao Convento da Arrábida não nos deixou perder tempo.

Subindo pela Serra da Arrábida com Tróia e o estuário como pano de fundo, chegámos ao Convento da Arrábida.

Localizado numa zona de invulgar beleza natural, a meio da encosta da serra e debruçado sobre o Atlântico, o Convento da Arrábida construído no século XVI, abrange, ao longo dos seus 25 hectares, o Convento Velho, situado na parte mais elevada da serra, o Convento Novo, localizado a meia encosta, o Jardim e o Santuário do Bom Jesus. Hoje propriedade da Fundação Oriente, tem sido mantido sem fins comerciais e preservando a sua história.

Uma explicação detalhada por parte da guia permitiu às mais de 50 pessoas percorrer as vielas no interior do Convento, visitar as inúmeras capelas, e viajar para o séc.XVI. Esta “Aldeia Vertical” fez as delícias dos nossos sócios e fechou em beleza este domingo.

No final da visita, mesmo depois da “lenga lenga” de boa sorte, S.Pedro batizou os participantes com 5 minutos de chuva comemorativa!! Até soube bem!

Até à próxima! Obrigado a todos pela participação!